Qui, 19 de Outubro de 2017
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Evangelho

O Mestre da Sensibilidade - Augusto Cury


Atualizado: 19/10/17

O Mestre da Sensibilidade - capítulo 9
170 - A reação depressiva de Jesus: o último estágio da dor humana
Uma emoção profundamente triste

 
Quanto mais o corpo de Cristo dava sinais psicossomáticos para que fugisse rapidamente da situação de risco, mais ele resistia e refletia sobre seu cálice. A resistência intensificava sua ansiedade e fazia a emoção ser invadida por um profundo estado de tristeza.
O registro de Mateus diz que “Cristo começou a entristecer-se e a angustiar-se profundamente” (Mateus 26:37). A enorme tristeza que sentiu indica que ele entrou num estado de humor deprimido, e a angústia profunda é sinal de uma ansiedade intensa, acompanhada, como comentei, de diversos sintomas psicossomáticos.
Chegou a vez de aquele homem que gostava de se rodear de crianças, que confortava os leprosos, que acolhia as prostitutas, que era amigo dos publicanos passar pela condição mais dolorosa da emoção, pela experiência do humor deprimido. Chegou a vez de aquele homem que contagiava todos com seu poder e sua segurança experimentar a fragilidade da emoção humana.
Conseguirá ele superar seu grave estado de tristeza e reagir com dignidade num ambiente totalmente hostil e desumano? Antes de analisarmos essa questão, precisamos responder a duas outras: Cristo sentiu no Getsêmani uma reação depressiva ou uma doença depressiva? Qual a diferença entre as duas?
 

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